“O povo tem que voltar a comer um churrasquinho, a comer picanha e tomar uma cervejinha”, afirmou o petista durante campanha.
O preço do quilo da picanha teve um aumento relevante neste fim de ano, em relação ao ano passado, de acordo com o levantamento divulgado feito pelo Poder 360, na terça-feira (24). Este corte de carne nobre atingiu seu valor mais alto em quase duas décadas.
O preço médio para um quilo de picanha estava a R$ 77,44 em novembro, dado mais recente disponível. O valor é R$ 9,77 mais caro que o preço da carne no fim do ano passado, quando o corte era comercializado a R$ 67,67.
Entre as promessas de campanha de Luiz Inácio Lula da Silva estava a de tornar a picanha mais acessível. No entanto, a realidade do mercado em 2024 contraria essa expectativa, com o preço da picanha alcançando valores históricos.
“Esse país tem que voltar a crescer, tem que voltar a ser feliz, tem que voltar a gerar emprego. O povo, eu digo sempre, o povo tem que voltar a comer um churrasquinho, a comer uma picanha e tomar uma cervejinha”, declarou em entrevista ao Jornal Nacional em 2022.
Entre os fatores que forçaram o aumento no preço da carne este ano está a alta recorde do dólar. Os dados ajudam a construir uma percepção negativa sobre a economia, que sente o peso das carnes no bolso.
Os números mostram que um grupo de amigos com planos para comprar 4 kg de picanha no Ano Novo deve gastar em torno de R$ 310. O desembolso 11 meses antes seria de R$ 271. Ou seja, essas pessoas teriam que pagar R$ 39 a mais pelo mesmo corte.

Fonte: Redação/Poder360/Gazeta Foto: Reprodução



















