Gracinha Caiado, Vanderlan Cardoso, Zacharias Calil e Gustavo Mendanha integram a composição da base governista; três já definiram seus suplentes
A chapa governista liderada por Daniel Vilela (MDB) para a disputa ao Governo de Goiás já tem definidos os quatro nomes que deverão concorrer às duas vagas do Senado Federal nas eleições de 2026. A composição reúne a ex-primeira-dama Gracinha Caiado (União Brasil), o senador Vanderlan Cardoso (PSD), o deputado federal Zacharias Calil (MDB) e o ex-prefeito de Aparecida de Goiânia Gustavo Mendanha (PRD).
Dos quatro candidatos, três já definiram os respectivos suplentes.
Gracinha Caiado terá Alexandre Baldy (PP) como primeiro suplente e Fião de Castro (União Brasil) como segundo. A composição reúne nomes com atuação política e partidária dentro da base aliada.
O senador Vanderlan Cardoso (PSD) decidiu manter Pedro Chaves (PSD) como primeiro suplente e escolheu Samir Hajjar (PSD) para ocupar a segunda suplência.
Já Gustavo Mendanha (PRD) terá Carlos Filho (PRD) como primeiro suplente e Coronel Cardoso (Solidariedade) como segundo.
Zacharias Calil ainda não definiu suplentes
A situação do deputado federal Zacharias Calil (MDB) permanece em aberto. Os nomes de Thales Jayme e Conceição Alves são cotados para ocupar as suplências, mas a assessoria do parlamentar informou que a definição ainda não foi oficializada.
Calil é, até o momento, o único dos quatro nomes da base governista que ainda não aparece no sistema de divulgação de candidaturas e contas eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Eleitor escolherá dois senadores
Nas eleições de 2026, cada eleitor poderá escolher dois candidatos ao Senado Federal, já que duas cadeiras estarão em disputa por Goiás.
A estratégia adotada pela base governista é semelhante à utilizada nas eleições de 2022, quando o grupo lançou múltiplas candidaturas ao Senado. Naquele pleito, entretanto, nenhum dos candidatos apoiados pela base conseguiu conquistar uma das vagas.
A definição dos quatro nomes mostra que o grupo liderado por Daniel Vilela optou novamente pela estratégia de pulverizar os votos entre diferentes candidaturas, buscando ampliar a presença política da aliança na disputa pelas duas cadeiras do Senado.


















