Recentemente, o setor agropecuário paranaense entrou em estado de atenção após relatos de 18 casos de Anemia Infecciosa Equina (AIE). A situação acendeu um alerta importante entre criadores e veterinários sobre a utilização de plasma sanguíneo em equinos, prática que está sob investigação como possível vetor da doença.
O perigo do plasma não testado
A Anemia Infecciosa Equina é uma enfermidade viral grave, sem cura ou vacina eficaz, que compromete seriamente a saúde dos animais. A suspeita de que o uso de plasma possa estar facilitando a disseminação do vírus em propriedades do Paraná reforça a necessidade de rigor sanitário absoluto na procedência de qualquer hemoderivado.
Importância da biosseguridade no agronegócio
Enquanto aguardamos a confirmação oficial das autoridades sanitárias sobre a origem do surto e o número exato de animais afetados, produtores devem redobrar os cuidados. O controle de vetores, o uso estrito de materiais descartáveis e a certificação de insumos biológicos são medidas fundamentais para proteger o plantel contra a AIE.
Manter a sanidade do rebanho equino é essencial para a sustentabilidade da atividade. Acompanharemos os próximos desdobramentos desta investigação para garantir que os protocolos de biossegurança sejam seguidos e os riscos mitigados.
Fonte: https://www.comprerural.com


















