Em carta aberta, Kowalsky afirma que sua saída tem como objetivo garantir isonomia e transparência nas apurações internas que tramitam no Legislativo, que envolvem um Processo Administrativo Disciplinar (PAD)
O procurador-geral da Câmara Municipal de Goiânia, Kowalsky Ribeiro, pediu exoneração do cargo nesta 5ª feira (8). A saída ocorre em meio à crise política com assessores do vereador Sargento Novandir, que movimenta os bastidores da Casa nos últimos dias.
A decisão, segundo ele, foi tomada de forma voluntária após “profunda reflexão”.
PAD
Em carta aberta, Kowalsky afirma que sua saída tem como objetivo garantir isonomia e transparência nas apurações internas que tramitam no Legislativo, que envolvem um Processo Administrativo Disciplinar (PAD).
“Essa decisão resulta de uma profunda reflexão, com o objetivo de permitir que as apurações internas ocorram com a devida isonomia e transparência”, escreveu.
O agora ex-procurador-geral também classificou as acusações feitas contra ele como “levianas” e garantiu que tomará medidas judiciais para enfrentar o caso.
“Mantenho minha postura ética e comprometida em todas as instâncias. As acusações levianas que foram lançadas contra mim nos últimos dias serão enfrentadas na Justiça, como deve ser, em absoluto respeito ao devido processo legal”, declarou.
Fim de sua vida pública?
Kowalsky destacou que sua trajetória como jurista e especialista em Direito Público seguirá firme, e que a exoneração não representa o fim de sua vida pública:
“Essa ruptura profissional não representa um ponto final em minha história, mas sim uma vírgula que marcará o início de novos horizontes”.
A exoneração ocorre em meio a tensões internas entre a Procuradoria e assessores de Novandir, com repercussões políticas ainda em desenvolvimento dentro da Câmara.
Fonte: Redação/ Folha Z/ comentarista político Weder Salgado


















