Moradores afirmaram que o menino foi espancado até a morte, e que a criança já havia sido alvo de agressões anteriormente
Um casal foi preso, como principal suspeito de matar o próprio filho de apenas um ano e nove meses no Residencial Bertin Belchior, em Goiânia. De acordo com as informações divulgadas pela Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO), o primeiro a ser preso foi o pai da criança, de 29 anos.
O suspeito foi detido na madrugada de sexta-feira, (13), e a mãe da criança foi presa na noite deste sábado (14), em Aparecida de Goiânia,
Conforme as informações divulgadas a criança foi encontrada com vários ferimentos na cabeça e no corpo, e não resistiu. A Polícia também prendeu a mãe da vítima que estava em Aparecida de Goiânia, no momento da prisão.
“A criança tinha escoriações na cabeça, tronco e membros. A mãe foi trazida até a Central de Flagrantes de Goiânia”, informou o policial.
Moradores afirmaram que o menino foi espancado até a morte. Eles disseram que a criança já havia sido alvo de agressões anteriormente e que denúncias haviam sido feitas ao Conselho Tutelar.
A mãe, no entanto, apresentou outra versão para o caso, alegando que a criança morreu após um guarda-roupas cair sobre ela. Essa justificativa foi contestada por moradores, que disseram que, na noite do crime, o casal estava em um bar próximo enquanto o menino chorava sozinho em casa.
O casal teria voltado pra residência e, cerca de 10 minutos depois, a mãe teria saído e subido até a casa de vizinhos dizendo que a criança estaria passando mal. Ao chegar na casa, uma das vizinhas encontrou a criança desacordada. Foram realizadas tentativa de reanimação e o garoto foi levado ao Hospital e Maternidade Célia Câmara, no Conjunto Vera Cruz 1, onde a morte foi confirmada.
Segundo as informações a mãe também tem envolvimento da morte da criança, principalmente por omissão. Os dois foram presos pelo homicídio do filho e levados para a Central de Flagrantes de Goiânia, onde foram autuados pelo crime e se encontram neste momento à disposição da Justiça.
Fonte: Redação/Mais Goiás

















