No dia 14 de dezembro de 2025, durante uma celebração de Hanukkah (festa judaica das luzes) em Bondi Beach, Sydney Austrália, um ataque armado em massa deixou muitas vítimas e provocou pânico entre os participantes.
A celebração era um evento familiar com música, comida e uma grande menorá (candelabro), organizado pela comunidade judaica local.
Dois homens com armas longas subiram numa ponte próxima à praia e começaram a atirar contra a multidão que estava perto do local da festa. Muitas pessoas pensaram inicialmente que eram fogos de artifício, mas logo perceberam que eram tiros.
O tiroteio durou vários minutos e provocou pânico imediato. Pessoas correram, se jogaram no chão, se esconderam e algumas mergulharam na areia ou no mar para escapar.
Pelo menos 15 pessoas foram mortas no ataque, incluindo crianças e idosos.
Cerca de 40+ pessoas ficaram feridas e foram levadas para hospitais, as vítimas incluem um rabino, sobreviventes do Holocausto e crianças.
Os atiradores eram um pai (≈50 anos) e seu filho (≈24 anos). O pai foi abatido pela polícia no local e o filho foi ferido e está sob custódia em estado grave.
As autoridades australianas declararam o ataque um ato de terror antissemita, ou seja, um ataque intencionalmente dirigido à comunidade judaica durante sua festa religiosa. O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, chamou o tiroteio de “ato puro de ódio” e prometeu endurecer as leis de armas no país após o ataque.
Países e líderes ao redor do mundo condenaram o ataque, incluindo o Governo de Portugal, que o chamou de ato “horroroso e desprezível”.
Artistas e personalidades também comentaram sobre o evento em shows e redes sociais.
Autoridades apontaram motivação antissemita e polícia e o governo classificaram o ataque como ódio direcionado à comunidade judaica, o contexto inclui aumento de episódios antissemitas no país.
Fonte: New york times/ colunista: Débora Laís/mundo/geral/diversos.





















