De acordo com a Associação Brasileira de Dislexia, mais de 7 milhões de pessoas no Brasil tem a deficiência.
Uma criança com dificuldade de aprendizagem pode ter afetada a leitura, a escrita, a matemática, a fala ou a compreensão. Pode ser causada por vários fatores, como a metodologia de ensino, o ambiente escolar, problemas pessoais ou familiares.
Intervenção precoce:
De acordo com Dra. Greicyane Castro, fonoaudióloga e psicopedagoga, ao perceber que a criança tem dificuldades na leitura ou lentidão na resolução das tarefas de casa, uma ajuda profissional deverá ser buscada.
A dislexia é um distúrbio genético que dificulta o aprendizado e a realização da leitura e da escrita. Segundo a Associação Brasileira de Dislexia, a dislexia está presente entre 5% e 17% da população mundial, podendo afetar a área visual e auditiva.
Geralmente, é diagnosticada na infância durante o período de alfabetização, embora também possa ser diagnosticado em adultos. Este distúrbio possui 3 graus: leve, moderado e grave, o que interfere no aprendizado das palavras e da leitura.
Lentidão na aprendizagem, dificuldade de concentração, palavras escritas de forma estranha, dificuldade de soletrar e troca de letras com sons ou grafias parecidas são alguns sinais de dislexia.
Os tipos mais comuns de dislexia são:
Dislexia visual: dificuldades em diferenciar os lados direito e esquerdo, erros na leitura devido à má visualização das palavras
Dislexia auditiva: ocorre devido a carência de percepção dos sons, o que também acarreta dificuldades com a fala
Dislexia mista: é a união de dois ou mais tipos de dislexia. Com isso, o portador poderá ter, por exemplo, dificuldades visuais e auditivas ao mesmo tempo.
Diagnóstico da Dislexia
O diagnóstico e o tratamento da dislexia exigem a participação de equipe multidisciplinar, com profissionais como pedagogo, fonoaudiólogo e psicólogo. Para confirmar que a pessoa tem dislexia é preciso realizar testes específicos que devem ser respondidos pelos pais, professores e pessoas próximas da criança.
Matéria: por Luiz Alberto (Acontece Goiás).
@luizalbertoradio
Entrevistada: @fonogreicyane

















