O valor oferecido é o máximo permitido pela legislação americana. Além disso, US$ 15 milhões foi oferecido para o Vladimir Padrino
Os Estados Unidos elevaram para US$ 25 milhões (cerca de R$ 150 milhões) a recompensa a ser paga por informações que possam ser utilizadas para prender Nicolás Maduro e seu regime na Venezuela, nesta sexta-feira (10). O anúncio, que inclui sanções ao chefe da empresa estatal de petróleo do país, Petróleos de Venezuela, ocorre no mesmo dia em que Maduro está sendo empossado para mais um mandato de seis anos em Caracas.
Uma nova recompensa de US$ 15 milhões foi emitida para o Ministro da Defesa Vladimir Padrino López. Além disso, pelo que noticiou o jornal Folha de S. Paulo, o status de proteção especial a venezuelanos que chegaram aos Estados Unidos desde 2023 foi prorrogado.
A autoridade eleitoral da Venezuela declarou Maduro vencedor da votação de 28 de julho sem apresentar provas, enquanto seu oponente Edmundo González foi declarado presidente eleito tanto pelo Presidente Joe Biden quanto pelo presidente eleito Donald Trump. González se encontrou com Biden em Washington na segunda-feira.
Além disso, pelo que noticiou o jornal Folha de S. Paulo, o status de proteção especial a venezuelanos que chegaram aos Estados Unidos desde 2023 foi prorrogado.
As novas ações sinalizam uma tentativa de última hora de responsabilizar Maduro pela administração Biden que está saindo, a qual tem sido criticada por ter aliviado anteriormente as sanções econômicas sobre a Venezuela na expectativa de que Maduro realizasse eleições livres e justas.
“Desde a eleição do ano passado, Maduro e seus associados continuaram com suas ações repressivas na Venezuela. Os EUA, junto com parceiros, solidarizam-se com o voto do povo venezuelano por uma nova liderança e rejeitam a reivindicação de vitória fraudulenta de Maduro“, disse Bradley Smith, vice-secretário para Terrorismo e Inteligência Financeira do Tesouro dos EUA.
Fonte: RedaçãoAconteceGoiás/ InfoMoney/ Comentarista político Luiz Alberto

















