Deram uma pulseira verde para a Karolyne, indicando que seu caso não era urgente. Foi quando seu esposo, acionou a Lei que ampara a gestante
Um maqueiro e uma servidora do Hospital Municipal Célia Câmara, em Goiânia, foram presos na noite da última sexta-feira (6) durante uma confusão envolvendo o atendimento de uma gestante. O episódio teve início após o marido da gestante reclamar de negligência no atendimento da esposa, e a equipe policial foi chamada para ir até o local resolver a situação.
Entenda o caso
Karolyne Rodrigues, chegou pela manhã na maternidade, e de acordo com os profissionais da unidade, ela teria passado pela avaliação e classificação de risco. Porém, deram uma pulseira verde para a gestante, em meio a troca de plantão, indicando que seu caso não era urgente.
De acordo com Igor Alves Lima, esposo de Karolyne, foi exigido que o parto cesária fosse realizado, como ampara a Lei Municipal nº11.106/2023. Portanto, negaram a internação e o tipo de via de parto escolhido pela gestante.
Sabendo dos seu direitos, Igor pediu o auxílio a um assessor do vereador Igor Franco, autor da lei que ampara a gestante, e chamou a Polícia Militar, que enviou viaturas para o local. De acordo com a PM, houve desacato e resistência por parte dos profissionais, que resultou na prisão de uma enfermeira e um maqueiro.
Com exclusividade, o Acontece Goiás, conversou com o Rondinelly Ná, Conselheiro Tutelar da Região Norte, que explicou de fato como tudo aconteceu. De acordo com o Rondinelly, a gestante teve a criança após a confusão, e o Conselho Tutelar vai acompanhar o caso, para ajudar esclarecer se o direito da criança foi violado.
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Matéria: por Luiz Alberto (Acontece Goiás). @luizalbertoradio
Entrevistado: Rondinnelly Ná @rondinelly_na_conselheiro

















