A discussão sobre o assunto se intensificou após as investigações do Ministério Público, envolvendo o ex-secretário de Saúde, Wilson Pollara.
Faltando menos de 1 mês para o término do mandato de Rogério Cruz, na sessão da última quinta-feira (28), na Câmara Municipal de Goiânia, foi discutido um possível impeachment ou afastamento do prefeito da Capital. A proposta foi discutida entre os vereadores Thialu Guiotti (Avante) e Paulo Magalhães (União Brasil).
A discussão sobre o assunto se intensificou após as investigações do Ministério Público de Goiás (MPGO) envolvendo o ex-secretário de Saúde, Wilson Pollara.
Paulo Magalhães, deu inicio a discussão, questionando a troca do secretário de Saúde no último mês do mandato, e sugeriu que o escândalo envolvendo a pasta poderia justificar um impeachment.
Já o vereador Pedro Azulinho (PSB), fez uso da tribuna, e disse que “não aceita golpe”, e recebeu apoio de quatro parlamentares.
De acordo com Thialu Guiotti, essa troca de liderança ajudaria a facilitar a gestão e as decisões durante o processo de transição, “proporcionando uma visão mais direta e eficiente sobre os desafios administrativos da cidade”.
Porém o líder do governo na Câmara, Anselmo Pereira (MDB), se manifestou contra a ideia de impeachment, considerando-a desnecessária. O decano defende uma transição pacífica e, conforme apurado junto a seus auxiliares, acredita que o afastamento do prefeito Rogério dificultaria esse processo, o que, segundo ele, poderia prejudicar a cidade.
Anselmo reforçou que é fundamental garantir uma passagem de gestão sem sobressaltos, a fim de assegurar a continuidade dos serviços públicos e a estabilidade administrativa.
Informações: O Popular



















