"Essa tarde finalmente, essa casa faz justiça, dando voz àqueles que não pode falar, e em alguns casos nunca poderão falar, porque foram assassinados", iniciou o Deputado Federal
O Deputado Federal Marco Feliciano, detalhou, durante seu tempo de liderança em plenário, a PEC 164/2012 que proíbe o aborto no Brasil. O posicionamento do parlamentar aconteceu no dia 27.11.2024, na CCJC da Câmara dos Deputados, dia em que a PEC foi aprovada.
Marco iniciou sua fala comemorando a aprovação da Proposta. “Essa tarde finalmente, essa casa faz justiça, dando voz àqueles que não pode falar, e em alguns casos nunca poderão falar, porque foram assassinados”.
Feliciano fez menção de quem construiu a Proposta de Emenda à Constituição 164/2012, Eduardo Cunha, e o apresentou como “o carrasco da esquerda, aquele que decepou a cabeça da Dilma, aquele que colocou o PT em cheque como ele está hoje no Páis, e agora esse ano nas eleições, afundaram, quase deixaram de existir”.
O parlamentar complementou ainda, que ao lado de Eduardo Cunha, esteve Jõao Campos, ex-deputado Federal, e atual Vice-Prefeito de Aparecida de Goiânia. “Um dos maiores deputados dessa casa, um dos maiores pró-vidas e um do maiores evangélicos da casa”, conclamou Feliciano.
Marco Feliciano ressaltou ainda que deputados da esquerda, que votaram contra a PEC, falam que os parlamentares de direita, usam a religião para paramentar projetos. “Mas eles também usam a bíblia, citam de maneira vergonhas, alguns da esquerda inclusive, são sacerdotes, e quando nós vamos citar, apelam para o ‘Estado Laico’, indagou o Deputado.
Em dado momento o Deputado diz ‘perder a estribeira’, ao pensar no que uma determinada deputada falou sobre Estado Laico, e afirma que a mesma não sabia o que estava falando. “Isso é no mínimo uma pessoa obtusa, e fútil.”
“Eu li a bíblia mais de trinta vezes, e eu me recordo de Jesus, com 3 meses de idade dentro da barriga da mãe. Quando Maria vai visitar a prima Isabel, grávida de seis meses, do profeta João Batista, e a bíblia diz que quando Maria abraçou Isabel, o bebê saltou de alegria dentro da barriga dela,” emociou-se Feliciano.
O federativo concluiu dizendo que a vida é ‘um dom de Deus’.
“Lamento os estupros, lamento toda bárbarie, lamento tudo, mas eu lamento mais ainda, uma criança que foi plantada no ventre da mãe, e se esperaram cinco, seis meses, para matá-la com uma injeção no coração. Se isso não é crueldade, o que é crueldade? Resgatemos a nossa humanidade.”

















