A declaração do governador sobre a anistia foi uma das mais comentadas durante sua entrevista
O Governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), reafirma sua intenção de disputar as eleições em 2026 e fez questão de deixar claro que a proposta de anistia que está sendo discutida na Câmara dos Deputados não inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Eu nunca discuti anistia incluindo Bolsonaro. O projeto de anistia dentro da Câmara dos Deputados é sobre as pessoas que participaram da invasão dos prédios do governo federal em 8 de janeiro”, afirmou Caiado, ressaltando que a medida se aplica exclusivamente aos manifestantes envolvidos nos atos, e não ao ex-presidente, cuja situação política é distinta.
A declaração do governador sobre a anistia foi uma das mais comentadas durante sua entrevista, mas ele também confirmou sua intenção de disputar a presidência nas eleições de 2026. Caiado destacou sua experiência em gestão pública como um dos principais diferenciais para sua candidatura.
Ao mencionar a atual polarização na direita, o governador fez uma comparação com a eleição presidencial de 1989, quando ele próprio foi candidato, observando que a disputa de 2026 deve contar com “uns 6 ou 7 candidatos”, longe dos 22 nomes que concorreram naquele ano.
Sobre a possível candidatura única na direita, Caiado declarou que isso é uma “hipótese”. Para ele, a direita terá vários candidatos, mas, ao chegar ao segundo turno, os que não avançarem deverão apoiar o candidato que estiver na disputa. “Aquele que chegar ao segundo turno acredito que vai ter apoio dos demais”, afirmou.
O governador apontou a importância de uma articulação política eficaz para o desenvolvimento do Brasil, enfatizando que será essencial trabalhar com o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal de Contas da União (TCU) para criar as metas necessárias ao progresso do país.
Com essas declarações, Ronaldo Caiado se posiciona como uma figura de destaque na corrida presidencial de 2026, focando sua candidatura na experiência de gestão e na superação das dificuldades políticas e econômicas do Brasil, ao mesmo tempo em que deixa claro que sua proposta de anistia não envolve o ex-presidente Bolsonaro.
Fonte: Opção/redação/bastidores/comentarista político Weder Salgado



















