Gustavo Gayer se pronuncia sobre o inquérito da Polícia Federal

Após ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira, 25, o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) se pronunciou sobre o caso em um vídeo publicado em suas redes sociais. Em sua fala, o político citou o fato de as buscas terem sido realizadas a apenas dois dias do segundo turno das eleições municipais.

Gayer negou ter cometido qualquer crime, mas relatou que, ainda assim, está “sendo tratado igual a um criminoso” pela PF. “Eu nunca fiz nada de errado, nunca cometi nenhum crime e estou sendo tratado igual a um criminoso pela nossa Polícia Federal e pelo Alexandre de Moraes”, afirmou Gayer. O parlamentar também relatou estar decepcionado com a atuação da Polícia Federal atualmente, pois, segundo ele, os agentes da corporação se tornaram “jagunços de um ditador”.

Em nota, o congressista ainda protestou contra o momento escolhido para a operação, já que, de acordo com ele, atos judiciários realizados neste momento podem interferir na política local. Gayer tem sido um dos principais cabos eleitorais de Fred Rodrigues (PL).

Em um segundo momento, Gayer postou novo vídeo em suas redes sociais e mostrou as dependências de seu escritório político. Ele questiona a ação da Polícia Federal, que fez busca e apreensão em sua casa, e não no escritório que é apontado pela PF, segundo o deputado, como o lugar onde funcionaria sua escola de inglês. Gayer comenta que está sendo acusado de “usar verba parlamentar para pagar contas da escola”.

Em seguida, Gustavo Gayer aparece em outro vídeo em que mostra uma matéria entitulada “PF aponta que Gustavo Gayer financiou atos do 8 de janeiro com dinheiro público”. O parlamentar comenta que nem ele nem seu advogado têm acesso ao inquérito, mas que têm acesso a informações pela imprensa. Ele chama a ação da PF de “a mais escandalosa busca e apreensão da história do Brasil” e ironizou a situação: “Eu financiei atos do 8 de janeiro com dinheiro público. Agora você quer saber porque essa história é completamente surreal? Eu nem era deputado no 8 de janeiro nem antes. Eu passei a ser deputado em fevereiro, um mês depois. Como que eu financiei o 8 de janeiro com dinheiro público? Como? Se eu não era deputado, se eu não tinha acesso a dinheiro público?”.

Fonte: Pleno News/Redes sociais

Imagem: Instagram/Gustavo Gayer

Compartilhamento